ELENCO

Goleiros: Shay Given, Darren Randolph, David Forde, Keiren Westwood

Defensores: Seamus Coleman, Cyrus Christie, Paul McShane, Ciaran Clark, Richard Keogh, John O’Shea, Alex Pearce, Shane Duffy, Marc Wilson, Stephen Ward

Meias: Aiden McGeady, James McClean, Glenn Whelan, James McCarthy, Jeff Hendrick, David Meyler, Stephen Quinn, Darron Gibson, Harry Arter, Wes Hoolahan, Eunan O’Kane, Anthony Pilkington, Robbie Brady, Jonathan Walters, Jonny Hayes, Callum O’Dowda

Atacantes: Robbie Keane, Shane Long, David McGoldrick, Kevin Doyle, Daryl Murphy

APOSTA: Não é exatamente uma aposta, mas sim um trunfo de Martin O’Neill. Robbie Brady, fruto das categorias de base do Manchester United, é uma peça extremamente versátil e, dentro de todas as proporções, qualificada. De 2011 até 2015 ele foi um dos pilares do Hull City e, desde então, cumpriu um bom papel no Norwich. Podendo jogar como lateral, ala, meia ou winger pela esquerda, é titular absoluto e muitas jogadas devem passar por sua afinada canhota.

CRAQUE: Shane Long. Ok, ele não é craque e passa longe da grife de outros centroavantes que desfilarão na Euro. A produtividade do atacante do Southampton, porém, faz dele um artifício muito valioso para a equipe. Revesando a posição de titular com Graziano Pellè e Charlie Austin, conseguiu marcar 13 gols nesta temporada – contabilizando uma média de 0.4 a cada 90 minutos em campo. Ainda deu 4 assistências e 1.4 desarmes + interceptações/90. Isso mesmo, estatísticas defensivas na análise de um jogador ofensivo. Não entendeu? Pois bem, essa é a importância do papel tático desempenhado por ele. Com um índice de trabalho invejável e consciência posicional de primeira linha, deve incomodar muitas defesas no torneio. Com ou sem a posse.

O TIME: O conjunto da Irlanda nos remete a vários traços do passado mas rebusca linhas super modernas. Algumas táticas do velho jogo britânico são vistas nas partidas e o poder físico ainda tem a sua função, mas a mescla tática é interessante e deve render frutos. Os prováveis onze iniciais são: Randolph; Coleman, Keogh, Clark e Brady; Whelan, Hendrick, McCarthy e Hoolahan; Walters e Long.

O TÉCNICO: Martin O’Neill é um treinador que já marcou seu nome no futebol do Reino Unido. Títulos relevantes apenas com o Celtic, as três taças da Scottish Premier League sendo levantadas entre 2000 e 2004. Seus times, porém, sempre se envolvem em brigas intensas em qualquer parte da tabela os profissionais com quem já trabalhou costumam elogiar a conduta do irlandês. Como líder da seleção, cargo que ocupa desde novembro de 2013, não tem aproveitamento impressionante mas caiu nas graças da torcida: em 24 jogos, são 10 vitórias, 9 empates e 5 derrotas – 41.67%.

DESEMPENHO NAS ELIMINATÓRIAS

Com um aproveitamento de 60%, a Irlanda ficou na terceira colocação do complicado Grupo D. Nesse percurso, foram 5 vitórias, 3 empates e apenas duas derrotas em 10 partidas disputadas. O número de sete gols sofridos consistiu no melhor da chave. A posição lhe deu a chance de ir à repescagem, onde derrotou a favorita Bósnia.

CURIOSIDADE

Estamos falando da República da Irlanda, e não apenas da Irlanda, de acordo com as normas da FIFA. De 1936 até 1953, ambas as distintas nações se denominavam de maneira igual. Foi naquele ano que a entidade resolveu impor a regra na nomenclatura.

HISTÓRICO NA EURO

Duas participações: 1988 e 2012 (caiu na fase de grupos em ambas)

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