ELENCO

Goleiros: Artur Boruc, Lukasz Fabianski, Wojciech Szczesny e Przemyslaw Tyton

Defensores: Thiago Cionek, Pawel Dawidowicz, Kamil Glik, Artur Jedrzejczyk, Michal Pazdan, Lukasz Piszczek, Bartosz Salamon e Jakub Wawrzyniak

Meias: Jakub Blaszczykowski, Kamil Grosicki, Tomasz Jodlowiec, Bartosz Kapustka , Grzegorz Krychowiak, Karol Linetty, Krzysztof Maczynski, Slawomir Peszko, Maciej Rybus, Filip Starzynski, Pawel Wszolek e Piotr Zielinski

Atacantes: Robert Lewandowski, Arkadiusz Milik, Artur Sobiech e Mariusz Stepinski

APOSTA: Não é exatamente uma aposta se considerarmos que o risco do atleta ficar de fora era mínimo, mas é quem pode surpreender na equipe: Arkadiusz Milik. O atacante costuma jogar centralizado e deve dividir as responsabilidades artilheiras com o ícone do plantel. Um ótimo senso de posicionamento, finalização refinada e boa movimentação com bola são elementos que o fazem uma arma de grande valia. Na temporada atual, marcou 24 gols em 41 partidas.

CRAQUE: Existe alguma dúvida nesse quesito? Claro que não. Robert Lewandowski, um dos melhores centroavantes do planeta, comanda esse time tanto no aspecto técnico quanto psicologicamente falando. É uma estrela e representa a ascensão do esporte no país nos últimos anos. Em 15/16, contabilizou 44 gols em 50 jogos vestindo a camisa do Bayern de Munique. É lógico que o serviço que ele recebe no clube é muito melhor do que vimos no National Team, mas seu rendimento não deve decepcionar. Pela seleção, são 34 tentos em 75 aparições.

O TIME: Por incrível que pareça, a Polônia conta com uma equipe completa e muito versátil. Capazes de jogar no contra-ataque ou dominar a posse e todas as ações de uma partida, fazem uso dos passes curtos e da movimentação sem bola de seus meias para alcançar a mortal dupla de ataque supracitada. Os titulares provavelmente serão: Fabianski; Piszczeck, Gli, Pazdan, Wawrzyniak; Linetty, Krychowiak, Maczynski e  Blaszczykowski; Milik e Lewandowski.

O TÉCNICO: Nos anos 70 e 80, Adam Nawaka foi um meio-campista que atuou pelo Wisla Krakow e Polish-American Eagles. Com as chuteiras penduradas e a prancheta na mão, assumiu o Swit Krzeszowice em 1996 e começou a sua trajetória como treinador. Passou por mais seis agremiações e, chamando a atenção com sua soberania no campeonato nacional, foi escolhido por Zbigniew Boniek como o novo comandante da seleção em outubro de 2013. Sob a nova batuta, a Polônia tem resultados agradáveis:  apenas três derrotas em 22 compromissos, resultando em 56.09% de aproveitamento.

DESEMPENHO NAS ELIMINATÓRIAS

As águias brancas foram avassaladoras em muitos jogos na fase de qualificação para o torneio. Fez 21 pontos de 30 disputados, apenas um a menos que a líder do Grupo D e super favorita Alemanha. Ou seja, por pouco não superaram a atual campeã do mundo. Dez jogos, 6 triunfos e somente um revés – para os próprios germânicos. Deu conta do recado e ainda fez bonito, anotando 33 gols no processo e fechando como o melhor ataque.

CURIOSIDADE

Historicamente, a Polônia é uma seleção pequena. Na Euro, só foi dar as caras em 2008 e ainda não conseguiu avançar em sua chave. Coincidentemente ou não, o ano e estreia na competição foi o mesmo do surgimento de Lewandowski.

HISTÓRICO NA EURO

Fase de Grupos (14ª colocada): 2008, 2012

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