Flamengo de Zico. Ajax de Cruyff. São Paulo de Raí. Liverpool de Gerrard. Arsenal de Henry.

Como é legal a história de um jogador que é lembrado como ídolo de um clube. Não que ele tenha jogado necessariamente em apenas um clube. Mas, que tenha marcado para sempre. Assim como o Barcelona de Ronaldinho.

Como é bom ver jogadores vestindo a camisa de um time dentro de campo e, fora dele, respirando o clube. Assim como o Corinthians de Sócrates.

Como é triste ver um jogador sofrer, igual a um torcedor, quando seu time passa por uma dificuldade. Assim como a Juventus de Buffon.

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Como é inspirador ver um jogador ser multicampeão com um clube e sempre desejar mais. Assim o Santos de Pelé.

Como é bonito ver um jogador recusando uma proposta “irrecusável”, de um gigante da Europa, por AMOR ao seu time. Assim como o Palmeiras de Marcos.

Como é bom ser torcedor e ter um ídolo.

Porém, hoje as coisas mudaram e, mais uma vez, o dinheiro falou alto.

Mats Hummels é do Bayern!

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One Response

  1. Vinicius

    Que bobagem, cara. Mats Hummels é cria do Bayern, formado no clube, algo totalmente diferente de todos os outros casos citados.

    Não vejo isso como inversão de valores, a diferença é que as mudanças que ocorriam no futebol, nas décadas de 50 a 80, hoje ocorrem em uma velocidade muito maior. Se antes um jogador ia para o time rival a cada 10 anos, hoje é praticamente uma média de um por ano. Se antes jogavam por amor, hoje jogam pelos salários. Eu prefiro muito mais hoje, que sei que o cara joga pelo profissionalismo, pela carreira dele e não por amor, ainda que isso não seja bem o que aconteça no Brasil.

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