Primeiro clássico do ano, e o Cruzeiro bateu o Atlético/MG, em pleno Independência, em um grande jogo, a Raposa seguiu o lema de que “clássico não se joga, se ganha” e com gol do iluminadíssimo Rafael Silva, garantiu a vitória sobre seu maior rival, com o resultado de hoje, já são três partidas de invencibilidade do Cruzeiro, no clássico, além de manter a liderança isolada do Campeonato Mineiro e ser o único invicto na competição.

Jogando em um Independência, cheio, a Raposa postou-se bem na primeira etapa e fez frente ao rival, na segunda etapa, recuou e foi pressionada, mas com defesas excepcionais – pelo menos cinco – Fábio garantiu a invencibilidade da meta celeste, na frente, Élber arriscou um chute de longe, o estreante Uilson bateu roupa e Rafael Silva estava lá para conferir e marcar o primeiro gol celeste, segunda vitória seguida no Independência.

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Se “clássico não se joga, se ganha”, também não comentarei como foi o jogo, seus lances e tudo mais, pois clássico se vive e o Cruzeiro foi gigante, hoje, jogou firme, intenso, mesmo em momentos de pressão, não se abateu e manteve uma postura sóbria contra o Atlético. No gol, Fábio foi genial, os argentinos Ariel, Romero e Sánchez foram peças importantes para impor o Cruzeiro, Élber foi imprescindível ao infernizar a zaga alvi-negra e Rafael Silva – predestinado em clássicos desde os tempos de Rio de Janeiro – marcou e imitou uma galinha, lembrando os bons tempos de rivalidade e provocações aos rivais.

Foi uma vitória para consolidar a evolução celeste, a excelente atuação contra o Uberlândia e a vitória na bacia das almas contra o Villa Nova, precisavam ser confirmadas no clássico, e jogando no Independência, a Raposa soube como se portar e soube vencer, contra todas adversidades, segurou a pressão e aprontou na frente, nas mãos de Fábio e nos pés de Rafael Silva. Contrariando o lema “caiu no horto, tá morto”, o Cruzeiro declarou independência, pro Atlético só sobrou a morte.

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Amante do esporte, presente em uma das tantas curvas da highway. Mineiro, acima de tudo Cruzeiro. Fã de futebol rápido, não necessariamente rasteiro. Acredita na Copa do Mundo como momento máximo do esporte.

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