Após viver o ostracismo no River Plate, clube que o revelou para o futebol, Gustavo Bou vive agora o estrelato. Seguramente uma das principais jóias do futebol latino-americano. Atualmente, ele faz por merecer esse status, graças à evolução do seu futebol, pelo seu desempenho e rendimento individual nos jogos dessa temporada e também devido ao seu histórico de superação fora dos gramados.

Quando tinha 15 anos, Bou quase desistiu da carreira de jogador profissional por causa da morte de sua mãe. Viveu má fase na sua formação no River, mas enfim conseguiu resgatar o seu melhor jogo no Racing e nunca se esquece de homenagear a mãe. A cada gol marcado, Bou comemora também beijando a tatuagem dela que tem no corpo.

Suas características principais de jogo são desequilibrantes, geram resultados para a equipe. Traduz-se em dribles eficiente e gols, com participações diretas ou indiretas. Bou conquistou maturidade e consistência no seu jogo.

“Chango” Cárdenas, maior ícone da história do Racing, também falou sobre essa joia do futebol argentino. “Ele está vivendo um grande momento e eu estou muito contente por ele. Bou é um cara simples, jogador de bons princípios e um batalhador do futebol”, disse a lenda.

Seus números até o momento já demonstram que Bou não é um jogador normal como outro qualquer.

Na Libertadores, em 8 partidas marcou 7 gols e deu 4 assistências. No disputado e equilibrado Campeonato Argentino, já anotou 8 tentos em 22 jogos, e em 2 jogos pela Copa Argentina, deixou sua marca com um gol. Uma temporada belíssima e bastante positiva. Mas não para por aí.

Bou monstrualizou ontem (06/09/2015) em jogo válido pela 23ª rodada, Primeira Divisão do Campeonato Argentino. O Racing venceu o Gimnasia La Plata por 2 a 0, com direito a uma partida especial de Gustavo Bou, que só faltou “fazer chover”.

Foi simplesmente uma atuação de gala. Recomendo a todos que tiverem disposição, que assistam o VT dessa partida, disponível abaixo.

Bou marcou gol com seu faro genuíno de artilheiro, distribuiu canetas desconcertantes, cortes e dribles de efeito desmoralizantes que faziam os zagueiros “passarem lotados”, assistências formidáveis, domínio de lançamentos longos com uma classe acima da média, velocidade e aceleração para puxar contra-golpes. No um contra um, deixava o zagueiro com certa facilidade (e nós sabemos o quão é pesada e competitiva a marcação do futebol argentino).

Para Bou, o impossível foi possível nesse jogo. Se ele continuar mantendo essa pegada e esse nível de jogo, seguramente estará, em breve, em algum clube importante no melhor futebol do mundo. Um jogador raro, de futebol alegre, agressivo e muito letal.

Os amantes do futebol estão na torcida por você, Gustavo Bou!!!

QUE CONTINUE NOS BRINDANDO COM JOGOS MARCANTES E ESPETACULARES!!

VAMOOOOOOOOOOOSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS

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